sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Reflexão final

Encarei, desde o primeiro momento, a possibilidade de realizar esta formação como uma forma de me capacitar para a aplicação do modelo de auto-avaliação da BE, o qual conhecia sumariamente, e também como uma oportunidade de me familiarizar com o mundo da biblioteca escolar. Na realidade, enquanto professora bibliotecária iniciante e inexperiente, sinto necessidade de conhecer e de me apoiar quer em formações, quer em bibliografia quer, ainda, em experiências de outros colegas.


Concluídos os trabalhos da oficina de formação, posso dizer que correspondeu quase inteiramente às minhas expectativas e necessidade. De facto, as tarefas propostas permitiram-me não só ter um conhecimento mais preciso do próprio MAABE, como da realidade da BE nos dias de hoje. As primeiras actividades (1 a 3), de carácter mais teórico, possibilitaram a consciencialização e fundamentação da missão da BE; já as últimas três tarefas, de cunho mais prático, obrigaram a uma análise e privilegiaram aspectos relevantes para a aplicação efectiva do modelo, aos quais, provavelmente, não estaria atenta. A formação foi bastante abrangente e ajudou-me, também, a precisar a importância e o papel do professor bibliotecário.

Algumas contingências comprometeram, contudo, a total consecução dos objectivos. No meu caso particular, desde logo a inexperiência no cargo pode ser um embaraço para a sensibilidade ou visão, relativamente a algumas solicitações. Acresce o facto de ser professora bibliotecária em tempo parcial (treze horas) e de acumular este cargo com a actividade lectiva e outros cargos na escola, o que necessariamente obriga a uma dispersão de responsabilidades. Desta forma, a grande dificuldade que senti teve a ver com a gestão do tempo, que algumas vezes escasseou para a realização das tarefas da formação, às quais já me dediquei depois de extenuada por outras solicitações. Outro aspecto que também considerei menos positivo foi a existência de importantes textos na língua inglesa (que não domino), o que desde logo reduz o aproveitamento que pode ser feito dos mesmos.

Para finalizar, saliento o facto de a formação ter sido realizada essencialmente através da plataforma MOODLE e ter permitido a partilha de trabalhos entre formandos, o que é sempre enriquecedor.


domingo, 20 de dezembro de 2009

Sétima actividade - semana de 14 a 20 de Dezembro

Workshop:
O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização

1 – Distinguir descrição de avaliação


2 - Distinguir enunciados gerais de específicos

Sexta actividade - semana de 7 a 3 de Dezembro

O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (CONCLUSÃO)

Duas tarefas para esta semana:

1. Elabore um quadro que permita cruzar o tipo de informação resultante da auto-avaliação da BE nos seus diferentes Domínios com os Campos e Tópicos estabelecidos pela IGE, nos quais aquela informação deve ser enquadrada.





2. Tendo por base a amostra de Relatórios de avaliação externa que elegeu, faça uma análise e comentário crítico à presença de referências a respeito das BE, nesses Relatórios.


Quinta actividade - Semana de 30 de Novembro a 6 de Dezembro

O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE II)

A proposta desta semana consistiu em elaborar uma tabela que evidenciasse  nexos coerentes entre, por um lado, os indicadores e respectivos factores críticos, e por outro, os instrumentos, evidências e acções de melhoria que viabilizam, traduzem e permitem melhorar a avaliação desses indicadores em cada Domínio ou Subdomínio.




Nesta sessão, ainda nos foi solicitada uma segunda tarefa - a indicação de acções futuras:
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem deixar de fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem continuar a fazer;
• Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem começar a fazer.

Quarta actividade - Semana de 23 a 29 de Novembro

O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE I)

Foi-nos proposto elaborar um Plano de Avaliação em profundidade de dois indicadores (um de processo e outro de impacto), de um domínio ou subdomínio seleccionado.

Terceira actividade - Semana de 16 a 22 de Novembro (2ª tarefa)

Comentário ao trabalho e um colega:

"Comentário ao PPT para divulgação do processo de auto-avaliação da Biblioteca Escolar elaborado pela colega Inês Aguiar


Do trabalho seleccionado, destaco os seguintes aspectos:


O documento produzido pela colega parte de uma exposição / reflexão do papel da BE no contexto de mudança, o que me parece fundamental para consciencializar a comunidade educativa dessa mesma mudança e, simultaneamente, reforçar a sua importância enquanto “núcleo de trabalho e de aprendizagem ao serviço da escola”;


Grande relevância para o impacto da aplicação do MAABE, fazendo sempre referência ao processo de operacionalização implicado e, destacando também, o envolvimento de todos os actores;


Breve referência à estrutura do MAABE (apenas indica os quatro domínios, omitindo subdomínios, indicadores, descritores e níveis de desempenho).

Considerando que nesta apresentação o objectivo seria o de divulgar o MAABE e envolver a comunidade educativa, a colega apostou fortemente na promoção do papel da BE na escola de hoje, de forma a levar o “seu” público a perceber, aceitar e colaborar com o processo."

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Terceira actividade - Semana de 16 a 22 de Novembro (1ªa tarefa)

O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares no contexto da Escola/Agrupamento

Apresentação do MAABE ao Conselho Pedagógico